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Como se preparar para o mercado profissional na era da transformação digital

Como se preparar para o mercado profissional na era da transformação digital

Já faz um tempo que se ouve falar sobre como deve ser o profissional do futuro, e, talvez, até alguns anos atrás, o tal “futuro” era tratado como se estivesse muito distante. Engano nosso, o “futuro” já chegou e estamos vivendo nele! E não, não é ficção de Black Mirror. Basta perceber o quanto a tecnologia já está inserida no nosso cotidiano e como estão surgindo novos empregos e formas de trabalho enquanto outros estão se extinguindo. Segundo uma pesquisa realizada pelo IFTF (Institute For The Future), cerca de 85% das profissões do futuro não existem ainda.

De acordo com a Revista Exame, em 2020, as empresas investirão mais de 300 bilhões de reais em transformações digitais e já buscam profissionais qualificados para conduzir essa mudança. Tais profissionais devem ter um perfil que os especialistas chamam de “destreza digital”. De acordo com a jornalista Natália Gómez, da Você SA:

Numa pesquisa recente com 3 500 pessoas, a consultoria americana Gartner mapeou as cinco competências demonstradas por alguém com esse perfil: adaptabilidade; jogo de cintura nos relacionamentos; gosto pelo trabalho colaborativo; perspicácia nos negócios; e pensamento sistêmico. Também concluiu que quem as possui é até 3,3 vezes mais eficiente em ambientes disruptivos do que outros colegas.

Ou seja, essas pessoas possuem uma capacidade de se adaptar à um mundo cada vez mais volátil, ágil e em constante modificação. Conforme a inteligência artificial avançar e uma série de empregos forem automatizados e, consequentemente, deixarem de existir, as pessoas precisarão se reinventar em novas profissões – e provavelmente precisarão fazer isso mais de uma vez, ao longo de toda a carreira profissional.

Para nos adaptarmos bem à esse novo mundo, é importante que possamos olhar as mudanças como oportunidades de crescimento e renovação!

Além de letramento digital.

Até a geração da década de 90, era comum aprender o pacote Office, nos famosos cursinhos de informática. Hoje em dia, as novas gerações não fazem mais cursinho para aprender a trabalhar com o computador. Aprendem ali, no dia a dia, acessando laptops, tablets e smartphones desde… bem, desde que nasceram! A impressão que temos é exatamente essa: a geração de 80, 90, precisou aprender a “mexer no computador”. Já a geração de 2000 em diante, já nasceu sabendo, será que já vieram com algum chip?

Além da questão de acesso à novas formas de tecnologia, as novas gerações estão atentas aos assuntos que estamos discutindo muito recentemente: preservação ambiental, crescimento sustentável, movimento startup, clima organizacional e sua relação direta com a produtividade, qualidade de vida no trabalho, assédio moral, burnout e ele: o desejo de encontrar um propósito de vida e trabalhar por isso! Engajamento é a palavra da vez, e está ligado ao propósito.

Bem diferente da lealdade que se buscava nos profissionais na década de 80 – que ficavam anos a fio numa mesma empresa, independente se estavam felizes ali ou não, porque sair do emprego era sinônimo de “sujar a carteira” -, a nova geração não tem disso não! O que eles irão avaliar é:

  • A empresa é alinhada aos meus valores?
  • Esse trabalho permite que eu realize o meu propósito?
  • Tenho oportunidades de crescimento?
  • A empresa é ética, com seus clientes, fornecedores e sociedade em geral?
  • O clima de trabalho é bom? Sou respeitado aqui? 
  • Sou apenas um número na empresa, ou minha individualidade e potencial são reconhecidos?

E o que esperar?

As empresas, neste futuro que já começou, precisarão de profissionais muito capacitados, que tenham um olhar diferenciado, que considere as empresas como extensões de projetos pessoais. Além disso, esses profissionais deverão ter domínio da língua nativa, do Business English e, claro, da linguagem de programação – a linguagem das máquinas.

O que o mercado do futuro busca são profissionais em constante transformação.

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