7 dicas de estudo para o TEAP

Se você ainda está inseguro quanto ao TEAP, não se preocupe! Estas dicas irão orientá-lo a um estudo produtivo e amenizar o “frio na barriga” causado pelo exame

Para muitas pessoas, passar por uma prova significa um momento de muita aflição. Uma lista enorme de conteúdo para estudar, a preocupação em atingir ou não o resultado esperado, estar bem fisicamente e psicologicamente no tão esperado dia, enfim, são muitos os obstáculos a serem superados.

Quando se trata de um teste que não é tão conhecido, esse desespero pode aumentar. O TEAP, por exemplo, é um teste de proficiência que só é bem conhecido no ambiente acadêmico – o que pode decorrer do fato de ser exigido em muitos editais como requisito para o mestrado e doutorado – fora dele, é possível que algumas pessoas nãos saibam da sua existência. Por isso, ao se deparar pela primeira vez com o exame, alguns candidatos ficam tão temerosos que podem acabar prejudicando-se.

Neste outro texto, apresentamos quais são as informações essenciais para quem vai prestar o TEAP. Agora, separamos dicas de estudo que o ajudará a se sair bem na prova e perder o medo desse teste que não é nenhum “bicho de sete cabeças”. Preste muita atenção, pois aqui você pode conseguir sua aprovação.

 

Dica 1: defina uma rotina de estudos

Não é novidade para nenhum estudante, independente do nível escolar, a necessidade de uma rotina de estudos, por isso, não seria diferente para quem vai prestar o TEAP. Verifique sua disponibilidade de tempo e crie um cronograma com horários fixos e diários para estudar e revisar conteúdos. Não há mágica para passar em uma prova, o que há é o resultado da sua dedicação.

 

Dica 2: leia artigos e textos de divulgação científica da sua área de conhecimento

Essa é uma dica muito importante! O TEAP é um exame de proficiência em leitura, então, nada mais relevante do que começar a familiarizar-se com o gênero textual comum à prova. De acordo com a área de conhecimento escolhida, comece a ler textos semanalmente, pratique estratégias de leitura para depreender informações gerais e, assim, ganhar tempo na prova. Depois, faça uma releitura e procure informações mais específicas que possam ser temas de questões. A prova é baseada em 7 tipos de questões: referência contextual, compreensão de vocabulário, localização de informação, informação inferida, compreensão detalhada, ideia central/objetivo do autor e identificação do parágrafo – esteja a par de todas elas.

 

Dica 3: crie um “glossário” próprio

A partir da leitura dos textos, você pode começar a montar um “minidicionário” próprio. Com um caderno ou bloco de notas exclusivo para esta função, tome nota de termos técnicos, seu significado, sua classe gramatical etc. Como os textos são de áreas específicas, possivelmente muitos termos técnicos serão recorrentes, então se eles aparecerem no teste não será um problema para você! É importante ressaltar que o exame não permite o uso de dicionário, essa será mais uma forma de ajudá-lo na aquisição de vocabulário.

 

Dica 5: aprenda pronomes e cognatos verdadeiros e falsos

Para a prova, não é necessário ter um grande conhecimento em gramática inglesa. No entanto, se você souber pelo menos os pronomes será um grande diferencial, especialmente para as questões de referência contextual. Esse tipo de questão testa a sua capacidade de identificar a que ou quem os pronomes (who, which, their, that, etc.) se referem.

Já os cognatos são palavras que possuem, etimologicamente, origem em comum, grafia e significados semelhantes, simplificando: “elas são o que parecem ser”. Enquanto os falsos cognatos ou false friends são palavras de grafia muito parecida, mas que possuem significados diferentes, ou seja, “elas não são o que parecem ser”. Para evitar confusões, faça uma lista de cognatos verdadeiros e falsos recorrentes em sua área de conhecimento.

 

Dica 6: revise o conteúdo estudado

Conteúdo estudado é conteúdo revisado! Não adianta nada estudar horas e horas e depois nunca mais rever o conteúdo. A nossa memória não consegue assimilar tudo de uma única vez, então, uma maneira de tentar guardar melhor o que foi estudado é fazendo revisões. Existem diversos métodos para isso – você pode: fazer resumos, mapas mentais, utilizar post it, preparar uma aula como se você fosse professor etc. A revisão é um processo mais rápido do que o estudo integral de um assunto, o que não significa que é menos importante, pois é o recurso responsável por ajudar a fixar muito mais o aprendizado.

 

Dica 7: faça simulados

Se você seguiu todas as dicas anteriores, o próximo passo é pôr em prática. Uma forma de conseguir familiarizar-se com o exame é simular uma aplicação real. Procure por provas anteriores do TEAP, busque um período do dia em que você não seja incomodado, sente-se e faça a prova sem interrupções, como se aquela aplicação estivesse valendo de fato sua aprovação.

O simulado, além de ajudá-lo a praticar, também irá colaborar para que você tenha ideia de como controlar o tempo disponível para a prova. O tempo total é de 2h30, então, supõe-se que para cada texto e suas perguntas, o candidato tenha 1h15 para resolver. Não deixe que o tempo seja seu inimigo nesta hora.

 

Essas são as principais dicas que temos para lhe dar, esperamos que depois delas você se sinta mais preparado para o TEAP. Vale acrescentar que a calma e confiança também são requisitos necessários para o grande momento. Estamos torcendo e temos certeza que esse desafio será superado por você!

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